Pessoas me admiram; eu as admiro.
Sorrisos se abrem em espíritos florescentes,
Lágrimas dançam em faces alegres,
É a hora do adeus.
Mas meu coração não sente;
Não bate com a dor do adeus,
Nem se acelera ao admirar as coisas que depois, serão nostálgicas.
Está morto.
As mentiras que contei;
Os abraços que ganhei desmerecidamente;
As lagrimas que derramei sem razão alguma;
Devem tê-lo pifado.
Agora que não tenho mais mentiras nem verdades,
Não tenho razões para continuar,
Não tenho mais forças para suportar essas lembranças e as saudades daquilo que nunca tive.
A única conclusão que chego é a de que poderia ter sido simplesmente:
Eu.
domingo, 29 de abril de 2012
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